PSOL coleta
assinaturas pelo impeachment
Em duas horas no Brique da Redenção, na manhã deste
domingo, 16, a militância do PSOL coletou 1,5 mil assinaturas, no lançamento
de seu abaixo-assinado para pressionar a Assembleia Legislativa a votar o
impeachment da governadora Yeda Crusius. A deputada federal Luciana Genro,
os vereadores Pedro Ruas e Fernanda Melchionna e o presidente estadual do
partido, Roberto Robaina, estiveram lá.
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Crusius
foge de militância do PSOL
Novos
fatos podem ser incluídos em denúncia sobre casa de Yeda
A
semana vista pelo PSOL
Governo Yeda encurraldo:
MPF confirma denúncias do
PSOL
PSOL
pede agilidade em impeachment de Yeda
Veja o documento
Geraldinho
Assume na Câmara Federal
PSOL
Protocola representação contra Sarney
Leia as resoluções do II Encontro Estadual do
PSOL
Pedro Ruas é nosso pré-candidato ao governo do RS
Foto
Débora Birck
O PSOL é o primeiro partido gaúcho a confirmar seu
pré-candidato para o governo do Estado. O vereador de Porto Alegre
Pedro Ruas foi escolhido pela maioria dos 147 delegados que lotaram o
plenário e as galerias da Câmara de Vereadores da capital gaúcha
durante todo o domingo, 12. A presidente nacional do partido, Heloísa
Helena, foi a figura mais importante do evento. Ela acompanhou todos os
debates atentamente, ao lado da deputada federal Luciana Genro. Estavam
presentes ainda a vereadora Fernanda Melchionna e o presidente estadual
do PSOL, Roberto Robaina, que foi reeleito para um novo mandato.
Luciana afirmou que a escolha de Ruas como candidato a
governador do Estado está relacionada com a sua atuação como
vereador, mas, principalmente, à determinação que vem tendo nas
investigações sobre as irregularidades na compra da casa da
governadora Yeda Crusius. Esse também foi um dos motivos da recondução
de Robaina à presidência estadual.
Heloísa foi a primeira oradora do encontro e lembrou
que a militância presente ao congresso gaúcho dá uma idéia da
solidez do partido, que nasceu há cinco anos. “Estamos realizando uma
importante construção partidária e nos mostrando como alternativa de
poder para levar o povo brasileiro ao socialismo. Essa é a nossa mais
linda bandeira e a mais bela declaração de amor à humanidade”,
afirmou.
Na parte da manhã, foram debatidas e votadas as sete
teses apresentadas pelos diversos grupos de militantes. Na votação, a
tese da tendência MES - Movimento de Esquerda Socialista conseguiu a
maioria dos votos.
por Wálmaro Paz
PSOL protocola
representações contra Renan e Sarney
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No
ar a página do 2° Congresso do PSOL
Solidariedade
contra o golpe militar na Honduras
O
PSOL - Partido Socialismo e Liberdade - repudia e rechaça o golpe de
Estado e o seqüestro do presidente Manuel Zelaya, perpetrado pelo exército
desse país a serviço dos interesses da direita hondurenha, das
transnacionais e dos interesses imperialistas.
A
detenção do presidente Zelaya se produziu um pouco antes que se
abrisse a votação da consulta popular chamada para referendar uma
reforma constitucional. Como ocorreu no caso do Equador, Venezuela e Bolívia,
tal reforma era rejeitada pelos interesses da direita.
Zelaya
foi encarcerado após um grupo de militares metralhar, nesta madrugada,
sua casa. A seguir, foi levado em um avião à Costa Rica.
O
golpe contra o governo democrático e o processo constituinte que se
abria em Honduras é também um ataque contra todo o processo
bolivariano que se desenvolve em nosso continente e, particularmente,
contra a integração latino-americana que se está realizando em torno
da Aliança Bolivariana para os Povos de Nossa América (ALBA) da qual
Honduras faz parte.
O
PSOL exige que o governo brasileiro não reconheça o governo golpista e
apóie o governo de Zelaya. Conclamamos todas as forças populares e
democráticas de nosso país a repudiar os últimos acontecimentos em
Honduras.
O
golpe militar hondurenho não pode passar!
Solidariedade
internacional para detê-lo!
Secretaria
de Relações Internacionais do PSOL
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Frente
a massacre genocida
Solidariedade
com os Povos Indígenas Amazônicos do Peru
Justamente
no dia 5 de junho, dia Mundial do Meio-Ambiente, o governo de Alan Garcia
desatou um brutal massacre na cidade de Bagua, na Amazônia peruana,
matando mais de 30 indígenas. Faz já três meses que os povos indígenas
vem se mobilizando contra os decretos do governo peruano que colocou a
venda a Amazônia permitindo uma exploração arbitraria de minerais e
petróleo. Isto faz parte do acordo de livre comércio que o governo
peruano realizou com os Estados Unidos.
A
intransigência do governo de Alan Garcia, em aliança com os setores mais
retrógrados, há fechado as portas para o diálogo e aberto o caminho do
genocídio, não escutando inclusive instituições nacionais como a
Defensoria Pública, que comprovou a inconstitucionalidade dos decretos
legislativos emitidos para implementar o Tratado de Livre-Comércio com os
EUA.
O
PSOL se solidariza e se une à voz dos povos do mundo para condenar a
massacre de nossos irmãos indígenas peruanos, por parte das forças
policiais do governo lacaio do imperialismo, reacionário, fascista do
Alan García.
Este
massacre feito com toda premeditação por o governo direitista, foi em um
intento de calar as vozes que protestam e pressionam para que se anulem os
nove decretos, assinados no marco do Tratado de Livre Comércio (TLC) com
os Estados Unidos, para entregar os bosques, água, hidrocarbonetos e
todos os recursos naturais da Amazônia às transnacionais. Este massacre
coloca na ordem do dia, em particular aos povos pan amazônicos a
solidariedade e coordenação da luta para a defesa da maior área de
biodiversidade e reservas aqüíferas de todo o planeta.
O
PSOL se solidariza e se une à voz dos povos do mundo para condenar a
massacre de nossos irmãos indígenas peruanos por parte das forças
policiais do governo do Alan García. O PSOL se soma as vozes
internacionais e propõe coordenar no dia 11 de junho no dia 11 de junho,
data fixada pela Coordenadora Andina de Organizações Indígenas como dia
de manifestações contra este massacre, atos públicos de repúdio em
nosso país.
Datafolha: 57% dos gaúchos creem em corrupção
no governo Yeda
O governo tucano é avaliado como ruim ou péssimo por mais da
metade da população. E entre os que acreditam em corrupção, 70% querem
o impeachment da governadora. leia
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